A Prodócimo é o resultado do trabalho de dois irmãos que uniram experiências, profissionalismo e decidiram entrar para o mercado de transportes para oferecer aos clientes um serviço diferenciado, com segurança e agilidade.
 
É uma empresa familiar que disponibiliza transporte rodoviário de cargas, principalmente argamassa e pisos. Contamos com uma frota de 7 caminhões, o que oferece ao cliente a garantia da entrega da mercadoria.
 
O comprometimento com o cliente é observado desde o atendimento até as instalações. A Prodócimo mudou para uma sede maior, para melhor atender as demandas do seu público. A sede está situada em um condomínio empresarial com toda infraestrutura necessária para proporcionar o melhor resultado para as empresas que contratam e para o cliente que recebe a mercadoria.
 
Hoje, além de transportar, também oferece às empresas que não têm espaço, a facilidade de armazenar o material que comercializam, tudo com a máxima segurança. 
 
Escolher a Prodócimo é sinônimo de credibilidade, bom relacionamento com o cliente, compromisso de entregar a mercadoria no destino, serviço sempre supervisionado pela direção e preço justo. 
 
Contratar a Prodócimo é garantia de entrega e satisfação! 
 
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São caminhões de carroceria aberta, distribuídos em Truck, Bitruck e 8-150 (Este carrega menos peso)
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01/04/2015
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) alterou o cronograma para instalação dos dispositivos de identificação eletrônica (TAG) dos veículos automotores de carga cadastrados no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC). A identificação eletrônica dos veículos, estabelecida pela Resolução nº 4.799/2015, integra o projeto de Sistema Nacional de Identificação Automática dos Veículos (Siniav), definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). O equipamento é eletrônico, baseado em padrão nacional, e deverá ser colocado no para-brisa dos veículos. A inserção do dispositivo é obrigatória.
 
A solicitação de inscrição, atualização e recadastramento será efetuada pelo transportador ou por seu representante formalmente constituído e identificado, perante entidade que atue em cooperação com a Agência, de acordo com o cronograma divulgado. Na ocasião, o transportador deve renovar o seu cadastro, no momento em que for recadastrar o veículo, que também deverá ser identificado por meio de novos adesivos.
 
O certificado do RNTRC terá validade de cinco anos, sendo emitido assim que efetivada a inscrição ou o recadastramento do transportador. O transportador rodoviário remunerado de cargas deverá providenciar a atualização cadastral sempre que ocorrerem alterações nas informações. A ANTT poderá, ainda, requerer a comprovação ou a atualização dessas informações a qualquer tempo.
 
Fonte: ANTT
 
01/04/2016
01/04/2016
A 2ª Delegacia Regional Metropolitana da Polícia Civil realizou na manhã desta quarta-feira (30) a chamada Operação Truck para desarticular uma quadrilha que furtava e roubava até 20 caminhões por mês na Grande Porto Alegre. Mais de 120 policiais cumpriram na região 20 mandados de prisão e 23 de busca em oito cidades: Tramandaí, Canoas, Viamão, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Porto Alegre, Caxias do Sul e Morro dos Conventos (SC). Até o momento, 15 pessoas foram presas.
 
O diretor da Regional, delegado Juliano Ferreira, diz que a investigação começou em maio de 2015 após a prisão de três integrantes do bando durante tentativa de roubo em São Lourenço do Sul. Com a apuração dos fatos, a polícia chegou ao responsável pela organização criminosa. O suspeito foi identificado como Paulo Henrique Cazara, 48 anos, com antecedentes policiais. “A quadrilha tem dois líderes, três receptadores e 15 ladrões, que também roubavam carros”, informou Ferreira.
 
Os crimes ocorriam principalmente em pontos onde os caminhoneiros paravam na beira de estradas, como restaurantes, hotéis e postos de combustíveis. Uma das áreas onde mais teve registro de casos foi na zona norte da Capital. Todos os roubos eram encomendados. Após ficarem nos chamados “bretes”, locais onde os veículos ficavam estacionados por um tempo para ter certeza que não estavam rastreados, os caminhões eram levados aos receptadores. Estes encaminhavam os veículos para outras cidades da Região Metropolitana, Serra, Litoral Norte e Araranguá, em Santa Catarina.
 
Fonte: Rádio Gaúcha
 
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